Quatro erros cometidos por quem contrata um PGBL

A Mara me pergunta o que não fazer quando contratar um PGBL.
Interessante, porque sempre me perguntam o que fazer.
Vamos lá: primeiro, não fazer um PGBL se não tiver INSS. É, muita gente não sabe, mas a vantagem maior do PGBL, que é poder abater até 12% da renda anual na hora de fazer a Declaração do IR, só vale se você for contribuinte da previdência social.
Segundo, não escolher a tabela de imposto de renda errada. Isso vai custar caro no futuro. Há a progressiva, aquela velha conhecida, com alíquota máxima de 27,5%, aplicada nos salários todos os meses, e a regressiva, que tem alíquota inicial maior, de 35%, mas que vai diminuindo e chegar a só 10% de imposto se deixar o dinheiro aplicado por mais de 10 anos.
A regressiva, então, só deve ser escolhida se for investir por muito tempo, se declarar no formulário completo do IR e se projetar uma aposentadoria maior que uns R$ 4.000,00.
Terceiro, não aplique só em títulos públicos quando começar a contribuir. A rentabilidade será baixa e a aposentadoria menor. Tem que aplicar em fundo de ações desde o início e ir diminuindo o percentual com a aproximação da aposentadoria.
Por fim, olho na taxa de administração cobrada. Normalmente o gerente não informa, mas ela é em torno de 3%. Nunca aceite acima de 1%. Se tiver ações na carteira, 2%.
Mas lembre: o maior erro é não ter previdência privada.

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