O presidente ideal

Numa palestra me perguntaram qual o perfil do presidente ideal.
Não pensei muito, pois o espero há muito.
Primeiro, tem que ser competente, ter história para administrar um continente que é a sétima economia do mundo.
Segundo, tem que ser estadista. Pensar o Brasil a longo prazo, fazendo-se de surdo para as reivindicações populistas de curto prazo na forma de bolsa isso, bolsa aquilo.
Terceiro, entender que a Internet conectou o mundo e o globalizou. Nenhum país fica rico sendo uma ilha. Temos que exportar aquilo que temos de melhor: produtos da agroindústria e riquezas minerais, sem deixar de investir em tecnologia nessas áreas.
Quarto, diminuir o tamanho do Estado, enfatizando sua vocação reguladora. Ele não pode atuar onde a iniciativa privada é mais competente. E tem que acabar o aparelhamento partidário, quando se troca o técnico competente pelo sindicalista influente.
Quinto, aumentar gradativamente o orçamento em educação. Um povo bem formado é a solução para todas as demais reivindicações.
Por fim, educar financeira e previdenciariamente a população. Uma gente que não sabe a importância dos juros e de poupar nasceu para ser escrava.
Sonho com um país onde o trabalhador não passe necessidades na velhice ou tenha que morrer trabalhando.
Meu sonho passo para meus filhos. Se eu não vir isso, eles certamente verão.

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